Juggler Rogrio Piva
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Descentralizando no Centro do Mundo, Rogério Piva visita a Associação Moinho Cultural da Juventude em Portugal

Descentralizando no Centro do Mundo, Rogério Piva visita a Associação Moinho Cultural da Juventude em Portugal

Foram poucos dias em Lisboa, Portugal. Entre 1 e 5 de dezembro de 2019, Rogério Piva esteve na casa de Fred Januth, um amigo que ele conheceu em Minas Gerais no Brasil. Fred Januth trabalha na Associação Moinho Cultural da Juventude como professor e coordenador no projeto que atende uma vila onde a maior parte são africanos do Cabo Verde. A comunidade é muito simples e os moradores enfrentam diversos problemas sociais. A associação tem como objetivos, ajudar todas as pessoas com dificuldades de integração no bairro, fornecendo serviços que vão do acompanhamento aos pais na educação e nos cuidados a ter com os seus filhos, desenvolve atividades de tempos livres para crianças entre os 6 e os 12 anos e programas com adolescentes.

O projeto, nos primeiros anos da década de 80, deu-se início a um trabalho informal de luta pelo saneamento básico, organização de mulheres e animação cultural de crianças, assumindo-se posteriormente como um projeto comunitário que levaria ao aparecimento da Associação Cultural Moinho da Juventude, surgida do esforço colectivo dos moradores da Cova da Moura, com o objectivo de superarem as dificuldades que encontravam na sua comunidade, vindo a ser constituída oficialmente por escritura pública em 1987

 

"Somos multiplicadores, por isso, muito cuidado com a mensagem que passamos.

Deixo Portugal nesta tarde, nesse pouco tempo aqui, conheci o projeto da Associação Moinho Cultural da Juventude que atua em uma comunidade de africanos em Lisboa. Fiz alguns shows e tive uma produtiva conversa com alguns jovens e professores. Nossa discussão foi sobre como a arte nos liberta e como podemos abrir os olhos para enxergar opções que possamos seguir na nossa vida sem precisar nos escravizar nesse sistema injusto e opressor em que vivemos. Nesse processo, falamos sobre a desigualdade, racismo, consumismo, a violência que se manifesta nos seus mais variados tipos e níveis em todo o planeta. Agradeço ao companheiro Fred Januth que me acolheu e confiou no meu processo...

Somos multiplicadores."

 

Minha aldeia é todo o mundo.  

Todo o mundo me pertence.

Aqui me encontro e confundo

com gente de todo o mundo

que a todo o mundo pertence.

"Antônio Galdeão"

 

Frase escrita na parede da escola que faz parte do projeto.

 

Rogério Piva

 

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